Duaia Assumpção

          Conheci Mônica Ann Diniz na Ocupação Clímax, capitaneada por Domingos Oliveira, no Teatro Gláucio Gill, em 2013, onde era Light Designer. Topou de cara fazer a luz da minha modesta leitura no Café do teatro, um espaço intimista e sem muitos recursos. Interessou-se em conhecer o texto antes, o que já me indicou que tinha à frente uma artista. Confirmei esta sensação quando jogou luz sobre o texto, intitulado 4-Peça de Câmara para 1 Atriz e 4 Personagens, me perguntando: "é uma história sobre acolhimento, não é?".

          Nunca esqueci, pois ainda não havia racionalizado esta dimensão presente nele. Foi esta a primeira luz que Mônica Ann lançou em nossa rica experiência de trabalho conjunto: o conceito embasando a técnica, de forma sintética, profunda e objetiva.  

         E quanto à técnica, Mônica e sua MD Light, a dominam com determinação, flexibilidade, inteligência e suavidade. Conseguem aproveitar os recursos disponíveis, colocando-os  a serviço da proposta, de forma que não se sobrepõem ao seu objeto, e ao mesmo tempo encantam com sua personalidade própria.

          4 - Peça de Câmara para 1 Atriz e 4 Personagens, texto que recebeu o Prêmio Funarte Estímulo à Dramaturgia em 1996, e que começou como uma leitura no discreto Café do Gláucio, desde 2013 já foi apresentada em cerca de 16 espaços diferentes, fez temporada em teatros de 300 lugares e muitos recursos como o Teatro Artur Azevedo (Campo Grande-RJ), e também nos intimistas TUC (Curitiba-PR) e  Teatro Rogério Cardoso, da Casa de Cultura Laura Alvim (Ipanema-RJ). Esteve em cartaz nos cariocas, Teatro Gláucio Gill e Teatro Maria Clara Machado (Planetário), neste último, integrando a Mostra Mulheres em Cena.

          Contar com Mônica Diniz e a MD Light em tantos desafios diferentes, tem sido fundamental para entrar em cena com confiança na qualidade do que vamos ofertar ao nosso respeitável público.

Duaia Assumpção, autora, produtora, diretora, atriz.

Solilóquio, um amor sem palavras

          Mônica Ann Diniz foi responsável pelo desenho de luz do espetáculo “Solilóquio, um amor sem palavras”, que estreou em 2015 no Solar de Botafogo. A iluminação do espetáculo tinha papel fundamental na narrativa, tendo como objetivo principal criar uma atmosfera lúdica, acompanhando a trajetória dos personagens e trazendo uma maior versatilidade aos ambientes. A iluminação de Mônica contribuiu bastante para o sucesso da temporada.

 

Zé Helou - Diretor

MD Light  

md_projetos@yahoo.com.br

 21 99156-5038 

Rio de Janeiro, Brasil

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